Segue um esquema feito, inicialmente para 7v, por Ícaro Brito e, posteriormente, modificado para 6v,8v e 9v por Guilherme Tampieri.

O esquema é baseado no uso  (subjetivo)* das combinações das marchas nas bicicletas de 6,7,8 e 9 velocidades, 18,21,24 e 27 marchas, respectivamente.

Percebe-se, pelos esquemas, que algumas marchas são inutilizáveis. Elas não o são, de maneira definitiva, mas é interessante evitar o uso delas, ainda mais se usadas muito tencionadas (pedaladas fortes, como nas subidas). A razão é simples, o uso delas deixa a corrente muito torcida, o que pode, no limite, aumentar o desgaste da mesma e deixá-la mais susceptível de arrebentar.

Lembrando, isso não faz parte de um manual de uso fornecido por produtores de correntes e bicicletas, é um esquema feito com base no cotidiano.

Para bicicletas que possuem apenas uma coroa na frente, o uso das marchas é livre.

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*feito com base na visão dos autores

**Fonte Original